quinta-feira, 2 de junho de 2016
Ex-chefe do Estado-Maior da Armada pode ser condenado à prisão perpétua nos EUA
Bubo Na Tchuto, ex-chefe do Estado-Maior da Armada da Guiné-Bissau, que confessou os crimes de tráfico de droga em maio de 2014, pediu um novo advogado no tribunal de Nova Iorque, onde o seu processo decorre, e pode ser condenado à pena de prisão perpétua.
Segundo fonte do tribunal, o novo caudisico, que substitui Sabrina Shroff, já foi nomeado, chama-se Patrick James Joice e vai estar presente na próxima audição, marcada para 13 de junho.
Bubo Na Tchuto foi capturado, em abril de 2013, por uma equipa da agência de combate ao tráfico de droga dos EUA, numa operação antidroga, juntamente com outros três homens, e confessou os crimes no ano seguinte.
Ao contrário destes outros homens, que receberam as respetivas sentenças meses depois, Na Tchuto ainda não foi sentenciado e o seu caso está selado no tribunal onde decorre.
Segundo a acusação, Na Tchuto cobrava um milhão de dólares (cerca de 900 mil euros) por cada tonelada de cocaína da América do Sul que chegava à Guiné-Bissau.
Segundo fonte do tribunal, o novo caudisico, que substitui Sabrina Shroff, já foi nomeado, chama-se Patrick James Joice e vai estar presente na próxima audição, marcada para 13 de junho.
Bubo Na Tchuto foi capturado, em abril de 2013, por uma equipa da agência de combate ao tráfico de droga dos EUA, numa operação antidroga, juntamente com outros três homens, e confessou os crimes no ano seguinte.
Ao contrário destes outros homens, que receberam as respetivas sentenças meses depois, Na Tchuto ainda não foi sentenciado e o seu caso está selado no tribunal onde decorre.
Segundo a acusação, Na Tchuto cobrava um milhão de dólares (cerca de 900 mil euros) por cada tonelada de cocaína da América do Sul que chegava à Guiné-Bissau.
Ministério da Saúde lança campanha de vacinação contra a Meningite
O Ministério da Saúde Pública, em parceria com a OMS e a UNICEF, vai lançar, brevemente, na Guiné-Bissau, uma campanha gratuita de vacinação contra a Meningite ‘A’ destinada a pessoas do 1 aos 29 anos, incluindo as mulheres grávidas.
Neste sentido, as referidas identidades pediram a colaboração dos órgãos de comunicação social para a divulgação da campanha de sensibilização sobre a importância da vacinação, sobretudo para as crianças.
As autoridades sanitárias anunciaram também que será igualmente realizada a desparasitação com Vitamina A em crianças dos 6 aos 59 meses e com Mebendazol para as crianças entre os 12 e os 59 meses.
De acordo com Sido Bai, responsável para a área da vacinação da OMS, a campanha visa contribuir para a eliminação das epidemias da meningite ‘A’ como problema de saúde pública no país, estando previsto que a campanha atinja 70 por cento da população das onze regiões abrangidas durante este ano.
Citado pela ANG Notícias, Sido Biai explicou que as razões da realização da campanha devem-se ao facto de a Guiné-Bissau fazer fronteira com os países africanos da cintura de meningite, caracterizada por fatores que favorecem a ocorrência de epidemias, tais como viagens e grandes movimentação de populações, assim como más condições de vida.
Neste sentido, as referidas identidades pediram a colaboração dos órgãos de comunicação social para a divulgação da campanha de sensibilização sobre a importância da vacinação, sobretudo para as crianças.
As autoridades sanitárias anunciaram também que será igualmente realizada a desparasitação com Vitamina A em crianças dos 6 aos 59 meses e com Mebendazol para as crianças entre os 12 e os 59 meses.
De acordo com Sido Bai, responsável para a área da vacinação da OMS, a campanha visa contribuir para a eliminação das epidemias da meningite ‘A’ como problema de saúde pública no país, estando previsto que a campanha atinja 70 por cento da população das onze regiões abrangidas durante este ano.
Citado pela ANG Notícias, Sido Biai explicou que as razões da realização da campanha devem-se ao facto de a Guiné-Bissau fazer fronteira com os países africanos da cintura de meningite, caracterizada por fatores que favorecem a ocorrência de epidemias, tais como viagens e grandes movimentação de populações, assim como más condições de vida.
sábado, 21 de maio de 2016
Veteranos da Luta de Libertação Nacional condenam demissão do governo
Os veteranos da Luta de Libertação Nacional condenaram, esta segunda-feira, a demissão do governo chefiado por Carlos Coreia, na semana passada.
Numa conferencia de imprensa em Bissau, os veteranos pediram ao chefe de Estado «a aceitação e consequente nomeação de quem for indicado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder) para chefiar o novo executivo».
O posicionamento dos veteranos foi tornado público na sequência de uma reunião do Conselho Consultivo dos Veteranos da Luta de Libertação Nacional, na qual se analisou a demissão do segundo governo constitucional do PAIGC .
E apelaram ainda a José Mário Vaz a «respeitar o que a Constituição diz quanto a indigitação do nome para o cargo de primeiro-ministro por parte do partido vencedor das últimas eleições legislativas, exortando «os atores políticos a encontrarem uma solução governativa no quadro parlamentar».
Presente na conferência de imprensa estive o ex-primeiro-ministro Carlos Correia.
Numa conferencia de imprensa em Bissau, os veteranos pediram ao chefe de Estado «a aceitação e consequente nomeação de quem for indicado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder) para chefiar o novo executivo».
O posicionamento dos veteranos foi tornado público na sequência de uma reunião do Conselho Consultivo dos Veteranos da Luta de Libertação Nacional, na qual se analisou a demissão do segundo governo constitucional do PAIGC .
E apelaram ainda a José Mário Vaz a «respeitar o que a Constituição diz quanto a indigitação do nome para o cargo de primeiro-ministro por parte do partido vencedor das últimas eleições legislativas, exortando «os atores políticos a encontrarem uma solução governativa no quadro parlamentar».
Presente na conferência de imprensa estive o ex-primeiro-ministro Carlos Correia.
PAIGC admite dissolução do parlamento
Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, defendeu a dissolução do parlamento e a convocação de eleições antecipadas como forma de o país sair da crise política que atravessa.
O PAIGC, em conjunto com outros cinco partidos, afirmou em comunicado que José Mário Vaz «está refém do grupo criado por ele próprio», movido por «interesses pessoais, impondo ao chefe de Estado a assinatura do decreto de demissão do governo e entrega do poder ao PRS e aos 15».
O parlamento guineense não funciona desde o passado mês de janeiro, quando um grupo de 15 deputados do PAIGC se revoltou contra a liderança do partido e se aliou à oposição (PRS) para tentar derrubar o governo.
O PAIGC, em conjunto com outros cinco partidos, afirmou em comunicado que José Mário Vaz «está refém do grupo criado por ele próprio», movido por «interesses pessoais, impondo ao chefe de Estado a assinatura do decreto de demissão do governo e entrega do poder ao PRS e aos 15».
O parlamento guineense não funciona desde o passado mês de janeiro, quando um grupo de 15 deputados do PAIGC se revoltou contra a liderança do partido e se aliou à oposição (PRS) para tentar derrubar o governo.
Ministério Público averigua levantamento de 41 milhões de euros de contas do Estado
O Ministério Público da Guiné-Bissau anunciou, em comunicado, que está a averiguar o levantamento de 41 milhões de euros de contas do Estado.
«O Ministério Público vai continuar a desenvolver o seu trabalho para saber o destino dado ao dinheiro em causa e apurar eventuais responsabilidades criminais», pode ler-se no comunicado, que acrecenta que «foi ordenado o congelamento de várias contas do Estado» e ainda que o Ministério da Economia e Finanças é um dos «principais suspeitos» de corrupção na gestão de fundos públicos.
«O Ministério Público vai continuar a desenvolver o seu trabalho para saber o destino dado ao dinheiro em causa e apurar eventuais responsabilidades criminais», pode ler-se no comunicado, que acrecenta que «foi ordenado o congelamento de várias contas do Estado» e ainda que o Ministério da Economia e Finanças é um dos «principais suspeitos» de corrupção na gestão de fundos públicos.
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